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Da roça à Libertadores, Erik encara camisa do presidente no Palmeiras

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Erik Palmeiras (Foto: Cesar Greco/Ag Palmeiras/Divulgação)

Os primeiros dias de Erik no Palmeiras foram animadores. Contratado do Goiás, o atacante chamou a atenção da comissão técnica nos treinos da pré-temporada, em Itu. Diante do Libertad, no jogo de estreia pelo Verdão, entrou no segundo tempo para construir a jogada do gol de Allione – que abriu o caminho para a vitória por 2 a 0 no quadrangular de Montevidéu. No dia seguinte, deixou sua marca na goleada por 4 a 0 no jogo-treino contra o River Plate, do Uruguai. Ascensão meteórica que vem sendo rotina desde o início da sua carreira.

Artilheiro da Copa São Paulo de Futebol Júnior de 2013 pelo Goiás, clube que o revelou, Erik foi eleito revelação do Campeonato Brasileiro no ano seguinte. Permaneceu por mais uma temporada no Esmeraldino até chegar ao Palmeiras, com 21 anos. Nas costas, a responsabilidade de vestir o número 14, o preferido do presidente Paulo Nobre.
Quando Alan Kardec – hoje no São Paulo – chegou ao Verdão, o mandatário ofereceu ao atacante a mesma camisa, com o número de seu carro de rali. Desde o primeiro dia no Palmeiras, o garoto que custou R$ 13 milhões aos cofres do clube já sabe que seu uniforme tem um peso a mais.
Assim que eu cheguei ao Palmeiras, me disseram que eu vestiria a camisa 14 e me contaram a história. Isso me deu uma motivação a mais
Erik, sobre o número do presidente
 – Assim que eu cheguei ao Palmeiras, me disseram que eu vestiria a camisa 14 e me contaram a história. Isso me deu uma motivação a mais. É um número especial para o presidente. Ele é um torcedor apaixonado pelo clube, está sempre presente e tem uma relação boa com todos – contou o atacante, em entrevista exclusiva ao GloboEsporte.com.

Desde a época de Goiás, Erik chamou a atenção pela velocidade. Nos primeiros testes pelo Palmeiras, foi utilizado aberto do lado esquerdo do ataque, mas também atuou como centroavante. O estilo rápido surgiu ainda na infância, vivida em Novo Repartimento, cidade no interior do Pará. E não no campo de futebol, mas em uma área rural.
– Eu fui criado na roça. Meu pai até brinca comigo que eu costumava correr no pasto mesmo, brincando com ele. A velocidade é uma das minhas qualidades, procuro sempre aliar com a técnica, que é importante. Não só correr, mas também usar a técnica nos momentos oportunos – explicou o atacante.
erik palmeiras (Foto: Fabio Menotti/ag.Palmeiras/Divulgação)Erik veio do Goiás no começo desta temporada (Foto: Fabio Menotti/ag.Palmeiras/Divulgação)
Atualmente, o pai, Bernardo, e a mãe, Walmira, vivem em Goiânia, onde Erik surgiu para o futebol. Quando o garoto nasceu, em 18 de julho de 1994, um dia após o título da seleção brasileira na Copa do Mundo daquele ano, os dois protagonizaram uma discussão curiosa. Fanático por futebol, Bernardo, que hoje é roupeiro do Goiás, queria batizar o filho de Bebeto ou Romário. Walmira não permitiu.
– Minha mãe não deixou, mas sempre tive como ídolo o Romário. Eu fico feliz. Foi bom ela deixar Erik. Eu gosto do meu nome e quero fazer uma linda história no futebol – disse.
Neste sábado, às 22h15 (horário de Brasília), contra o Nacional, do Uruguai, Erik tem a chance de conquistar o primeiro título pelo Palmeiras. O ambiente vivido no estádio Centenario na última quarta-feira deixou o atacante empolgado para os jogos da Taça Libertadores da América.
Aquele clima de jogo pegado, porrada de um lado, porrada de outro. Libertadores é isso aí
Erik, sobre o jogo contra o Libertad
 – Aquele clima de jogo pegado, porrada de um lado, porrada de outro. Libertadores é isso aí. Conquistar título é sempre importante. Eu quero ajudar da melhor maneira possível, com assistência, gol ou fora do campo. Seja Erik, Alecsandro, Rafael Marques... O que importa é o Palmeiras sair vitorioso.
A estreia do Verdão na competição continental será no dia 16 de fevereiro, contra o vencedor do duelo entre River Plate, do Uruguai, e o Universidad de Chile. Os outros rivais no Grupo 2 serão o também uruguaio Nacional e o argentino Rosario Central.
Da roça à Libertadores, Erik encara camisa do presidente no Palmeiras Da roça à Libertadores, Erik encara camisa do presidente no Palmeiras Reviewed by Palestrino Blogueiro on 12:41:00 Rating: 5

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