Roger Machado será o treinador do Palmeiras, em 2018. Será o quinto clube que ele vai comandar. Passou por Juventude, Novo Hamburgo, Grêmio e Atlético-MG. O melhor trabalho foi no Grêmio, mesmo sem títulos. No Galo, foi campeão mineiro, mas em nenhum momento o time deslanchou. Acabou dispensado e substituído por Rogério Micale, outro que sucumbiu à má temporada.
Roger pediu um contrato de dois anos e garantias de que não será demitido, em caso de fracasso no Campeonato Paulista. Ele não pretende sofrer como Eduardo Baptista, demitido depois de cair para a Ponte Preta, nas semifinais do Estadual. A diretoria prometeu que o Estadual não será levado em consideração, caso não haja título, e determinou um ano de contrato. Resta saber se esse acordo será cumprido à risca, com a cultura resultadista do futebol brasileiro.
Convivi com Roger, quando ele foi jogador do Grêmio. Foram dez anos de 1994 a 2003. Sempre foi um atleta exemplar e vitorioso. Personalidade forte, não gostava muito de conceder entrevistas para mim, por causa das perguntas mais incisivas. Exercia uma liderança silenciosa e dificilmente desfalcava o time. Fez 207 partidas pelo time tricolor e ganhou Libertadores, Mundial, Recopa Sul-Americana, Gaúcho, Copa do Brasil e Brasileiro. Aos 42 anos, tem capacidade para repetir a mesma trajetória na boca do túnel.
Agora, viverá a pressão de agradar a uma das mais exigentes torcidas da América do Sul. Costumo dizer que técnico sem muita bagagem e lastro, não consegue aguentar o Palmeiras. Tomara que Roger consiga tempo para implantar o mínimo do que ele acha ser o ideal. No Grêmio, muito toque de bola, velocidade e movimentação. Há quem diga, que o Grêmio de Renato tem muito de Roger. Façam suas avaliações. O certo é que o Palmeiras tem elenco para atuar com a bola no chão, envolvendo os adversários. Isso não foi possível em 2017. A conferir com uma nova metodologia.
Convivi com Roger, quando ele foi jogador do Grêmio. Foram dez anos de 1994 a 2003. Sempre foi um atleta exemplar e vitorioso. Personalidade forte, não gostava muito de conceder entrevistas para mim, por causa das perguntas mais incisivas. Exercia uma liderança silenciosa e dificilmente desfalcava o time. Fez 207 partidas pelo time tricolor e ganhou Libertadores, Mundial, Recopa Sul-Americana, Gaúcho, Copa do Brasil e Brasileiro. Aos 42 anos, tem capacidade para repetir a mesma trajetória na boca do túnel.
Agora, viverá a pressão de agradar a uma das mais exigentes torcidas da América do Sul. Costumo dizer que técnico sem muita bagagem e lastro, não consegue aguentar o Palmeiras. Tomara que Roger consiga tempo para implantar o mínimo do que ele acha ser o ideal. No Grêmio, muito toque de bola, velocidade e movimentação. Há quem diga, que o Grêmio de Renato tem muito de Roger. Façam suas avaliações. O certo é que o Palmeiras tem elenco para atuar com a bola no chão, envolvendo os adversários. Isso não foi possível em 2017. A conferir com uma nova metodologia.
Fonte: Blog do Praetzel