O futebol brasileiro – e mundial – precisa de mais jogadores como Felipe Melo. Desbocado, irreverente, sagaz e inteligente, o jogador deu um show em sua coletiva hoje de manhã no Palmeiras. Em termos de conteúdo, foi indiscutivelmente a melhor apresentação de jogador dos últimos muitos anos no país. Foi antológico. Para torcedores e mídia acostumados com aquele papinho de bola, três pontos, professor e grupo, Felipe Melo é um alento aos ouvidos. Direto e reto, é um mix de maluco, fanfarrão, sincero e direto. Diverte e cativa a todos. Sobretudo a torcida, no caso a palmeirense.
Quando Melo diz que se tiver que dar porrada para ganhar, vai dar, é tudo o que o torcedor quer escutar. Quando diz que vai comer grama pelo Palmeiras, idem. Quando diz que é torcedor do Flamengo, mas que a partir de agora sua paixão é o Palmeiras e vai fazer o possível e o impossível pelo clube, passa sinceridade. Pode ser que ele até seja ‘perseguido’ ou criticado pelos politicamente corretos e chatos de galocha de sempre. Mas o que importa é que se na parte técnica/tática ele já era considerado uma das melhores contratações do futebol brasileiro – senão a melhor – neste ano, fora das quatro linhas Melo chegou chegando. Goste-se ou não desse estilo de franco atirador, mostrou que tem 120% de personalidade. É um choque na monotonia do dia a dia das coletivas dos jogadores brasileiros.
Sua metralhadora verbal é giratória. A munição nunca acaba. Sem temor das consequências, diz que faltou um técnico de colhão para ele voltar à Seleção. E o volante ainda encontra brechas para pitadas de ironias e tiração de sarro. O que dizer da parte em que zoa a gafe do diretor corintiano Flavio Adauto, que trocou o nome de uma contratação do Timão chamando-o de Felipe Melo?! Ou a detonada, com D maiúsculo, no todo badalado Antonio Tabet, vice de comunicação do Flamengo e humorista consagrado?!
Dentro de campo Felipe Melo ficou conhecido como pitbull e cão de guarda. Fora, o cara é cachorro grande. Não tem medo de nada, de nenhum assunto e aparentemente de ninguém.
Bom para todos, torcida, Palmeiras, mídia e futebol!
Quando Melo diz que se tiver que dar porrada para ganhar, vai dar, é tudo o que o torcedor quer escutar. Quando diz que vai comer grama pelo Palmeiras, idem. Quando diz que é torcedor do Flamengo, mas que a partir de agora sua paixão é o Palmeiras e vai fazer o possível e o impossível pelo clube, passa sinceridade. Pode ser que ele até seja ‘perseguido’ ou criticado pelos politicamente corretos e chatos de galocha de sempre. Mas o que importa é que se na parte técnica/tática ele já era considerado uma das melhores contratações do futebol brasileiro – senão a melhor – neste ano, fora das quatro linhas Melo chegou chegando. Goste-se ou não desse estilo de franco atirador, mostrou que tem 120% de personalidade. É um choque na monotonia do dia a dia das coletivas dos jogadores brasileiros.
Sua metralhadora verbal é giratória. A munição nunca acaba. Sem temor das consequências, diz que faltou um técnico de colhão para ele voltar à Seleção. E o volante ainda encontra brechas para pitadas de ironias e tiração de sarro. O que dizer da parte em que zoa a gafe do diretor corintiano Flavio Adauto, que trocou o nome de uma contratação do Timão chamando-o de Felipe Melo?! Ou a detonada, com D maiúsculo, no todo badalado Antonio Tabet, vice de comunicação do Flamengo e humorista consagrado?!
Dentro de campo Felipe Melo ficou conhecido como pitbull e cão de guarda. Fora, o cara é cachorro grande. Não tem medo de nada, de nenhum assunto e aparentemente de ninguém.
Bom para todos, torcida, Palmeiras, mídia e futebol!
Fonte: LANCE!Net