Antes aliados, Maurício Galiotte e Paulo Nobre já se distanciaram (Foto: Cesar Greco / Ag. Palmeiras)
Bastou a troca no comando para o Palmeiras voltar a ter relação com torcida organizada. Esse é um dos pontos que fizeram o agora ex-presidente Paulo Nobre se distanciar de seu sucessor e antes aliado, Maurício Galiotte.
Conforme publica a Folha de S.Paulo nesta quinta-feira, jogadores e diretoria reabriram diálogo com as torcidas, algo que era vetado pelo antigo mandatário. O GloboEsporte.com apurou que houve pelo menos dois encontros de Galiotte com membros da Mancha Alviverde, principal facção palmeirense.
O rompimento definitivo de Nobre com as organizadas ocorreu em março de 2013, quando a delegação foi agredida em Buenos Aires depois de uma derrota na Taça Libertadores. A convivência piorou ao longo do tempo, com protestos em frente à Academia de Futebol e represálias do clube na venda de ingressos e na localização da torcida na arquibancada.
A intenção de Galiotte é melhorar essa relação, que vinha muito desgastada na antiga administração. Em pouco mais de um mês da nova gestão, a convivência entre as duas partes já é vista no clube como muito mais saudável – sem privilégios, porém.
Não está descartada a nomeação de um diretor de relacionamento com a torcida, cargo que deixou de existir depois dos atritos entre Nobre e as organizadas. O clube não confirma.
Outro ponto importante que influenciou no rápido distanciamento entre o presidente e o antecessor é a relação com a patrocinadora. Antes de deixar o cargo, Nobre "cassou" uma matrícula retroativa de associada de Leila Pereira (presidente da Crefisa e a Faculdade das Américas, parceiras que investiram R$ 78 milhões no clube em 2016), com o intuito de impedir sua candidatura ao Conselho Deliberativo.
Galiotte, porém, tem relacionamento muito bom com a empresária e não só deve facilitar para que ela concorra ao pleito como também acertar a extensão do patrocínio, cujo contrato se encerra neste sábado. O acordo dá um mês, a partir do dia 21, para renovação.
Bastou a troca no comando para o Palmeiras voltar a ter relação com torcida organizada. Esse é um dos pontos que fizeram o agora ex-presidente Paulo Nobre se distanciar de seu sucessor e antes aliado, Maurício Galiotte.
Conforme publica a Folha de S.Paulo nesta quinta-feira, jogadores e diretoria reabriram diálogo com as torcidas, algo que era vetado pelo antigo mandatário. O GloboEsporte.com apurou que houve pelo menos dois encontros de Galiotte com membros da Mancha Alviverde, principal facção palmeirense.
O rompimento definitivo de Nobre com as organizadas ocorreu em março de 2013, quando a delegação foi agredida em Buenos Aires depois de uma derrota na Taça Libertadores. A convivência piorou ao longo do tempo, com protestos em frente à Academia de Futebol e represálias do clube na venda de ingressos e na localização da torcida na arquibancada.
A intenção de Galiotte é melhorar essa relação, que vinha muito desgastada na antiga administração. Em pouco mais de um mês da nova gestão, a convivência entre as duas partes já é vista no clube como muito mais saudável – sem privilégios, porém.
Não está descartada a nomeação de um diretor de relacionamento com a torcida, cargo que deixou de existir depois dos atritos entre Nobre e as organizadas. O clube não confirma.
Outro ponto importante que influenciou no rápido distanciamento entre o presidente e o antecessor é a relação com a patrocinadora. Antes de deixar o cargo, Nobre "cassou" uma matrícula retroativa de associada de Leila Pereira (presidente da Crefisa e a Faculdade das Américas, parceiras que investiram R$ 78 milhões no clube em 2016), com o intuito de impedir sua candidatura ao Conselho Deliberativo.
Galiotte, porém, tem relacionamento muito bom com a empresária e não só deve facilitar para que ela concorra ao pleito como também acertar a extensão do patrocínio, cujo contrato se encerra neste sábado. O acordo dá um mês, a partir do dia 21, para renovação.
Fonte: Globo Esporte