Linhas ajudam a delimitar posicionamento das duas de linha de quatro do esquema 4-1-4-1 (Foto: Reprodução)
Com pouco mais de uma semana de trabalhos práticos no Palmeiras, Eduardo Baptista tem dado aos poucos sua cara ao campeão brasileiro. A mudança mais clara até o momento é a utilização do 4-1-4-1, esquema tático que tem as linhas muito mais próximas.
Para ensaiar a compactação, o novo treinador vinha utilizando faixas no gramado. Agora, a seu pedido, foram pintadas linhas tracejadas no campo principal da Academia de Futebol.
– Essas marcações delimitam alguns comportamentos que temos que ter com a bola e sem a bola. É lógico que no jogo não vamos ter essas linhas, mas no dia a dia, a gente consegue compactar melhor a equipe, saber onde tem que agredir o adversário – justificou.
Diferentemente do desenho tático do Palmeiras de Cuca (que tinha três meio-campistas em triângulo e dois pontas avançados), a formação predileta de Eduardo, há um único jogador entre a zaga e a segunda linha de quatro (os pontas ficam alinhados aos dois meias por dentro).
Com pouco mais de uma semana de trabalhos práticos no Palmeiras, Eduardo Baptista tem dado aos poucos sua cara ao campeão brasileiro. A mudança mais clara até o momento é a utilização do 4-1-4-1, esquema tático que tem as linhas muito mais próximas.
Para ensaiar a compactação, o novo treinador vinha utilizando faixas no gramado. Agora, a seu pedido, foram pintadas linhas tracejadas no campo principal da Academia de Futebol.
– Essas marcações delimitam alguns comportamentos que temos que ter com a bola e sem a bola. É lógico que no jogo não vamos ter essas linhas, mas no dia a dia, a gente consegue compactar melhor a equipe, saber onde tem que agredir o adversário – justificou.
Diferentemente do desenho tático do Palmeiras de Cuca (que tinha três meio-campistas em triângulo e dois pontas avançados), a formação predileta de Eduardo, há um único jogador entre a zaga e a segunda linha de quatro (os pontas ficam alinhados aos dois meias por dentro).
Em teoria mais protegido defensivamente, o time não deixa de pressionar a saída de bola adversária. Pelo contrário. O novo treinador palmeirense tem ensaiado à exaustão o posicionamento dos meio-campistas e do centroavante. A princípio, eles se limitam a uma faixa pouco à frente do meio-campo, mas abafam os zagueiros rivais em seguida.
Posição semelhante é adotada pela primeira linha de quatro. Zagueiros e laterais avançam mais, ficando próximos ao volante. Esse, a propósito, é um termo que não faz parte do vocabulário de Eduardo, para quem o "homem de meio-campo tem que marcar, mas principalmente jogar, aparecer no espaço sem a bola, oferecer o passe aos companheiros".
Fonte: Globo Esporte