Com oito novidades, o Palmeiras não descarta a vinda de novos reforços, mas, segundo o diretor de futebol Alexandre Mattos, somente em caso de oportunidades de mercado.
O time alviverde agiu rápido e, antes mesmo de assegurar o título brasileiro, se antecipou aos concorrentes, garantiu a chegada de destaques da última Série A e fortaleceu ainda mais o elenco que teve como perda mais relevante apenas a saída de Gabriel Jesus para o Manchester City. Não é difícil entender a sua receita: bônus por jogos, crédito a outros clubes e não bater o pé por percentuais.
O primeiro nome confirmado para 2017 foi o atacante Keno, que chamou a atenção pelo Santa Cruz.
Ao negociar com o São José-RS, dono de seus direitos federativos, ainda em outubro, o Palmeiras levou a melhor ao aceitar a compra de 60% do atleta de 27 anos e deixar o resto com gaúchos. Flamengo e Santos não toparam a condição e exigiam uma fatia maior.
Parcelados em seis vezes, os cerca de R$ 3 milhões serão quitados até maio.
Outra revelação do campeonato, o meia Raphael Veiga teve 50% de seus direitos econômicos comprados por R$ 4,5 milhões ao Coritiba.
O Coxa, que não abria mão de manter uma parte, seguiu com 20% e ainda assegurou um crédito para trazer reforços vindos da Academia do Futebol e arcar com os salários. Conforme apurado pela reportagem, o seu valor é de R$ 1,8 milhão. A exemplo de São Paulo e Corinthians, a nova cúpula do Inter tentou, sem sucesso, atravessar antes mesmo de assumir.
A discussão em torno de percentual passa por dois pontos que convergem a favor do Palmeiras atualmente: a perspectiva de atuar numa vitrine interessante e, claro, o lucro financeiro mais adiante.
Com elenco inchado e alvo de assédio, a proposta de crédito foi encaminhada também por Samuel Xavier, do Sport, por exemplo.
Na ocasião, foram colocados na mesa R$ 2,5 milhões em crédito ao rubro-negro pernambucano para custear os vencimentos de até três atletas que desembarcariam na Ilha do Retiro. O acordo com o lateral direito estava fechado. Em passagem pelos estúdios da ESPN Brasil, o técnico Daniel Paulista confirmou. Ele foi frustrado, no entanto, pela negativa de atletas alviverdes.
Outro fator utilizado para atrair jogadores é o pagamento de bônus por jogos como titular.
A prática é comum em todos os contratos no Allianz Parque e serve para manter o grupo motivado. Em geral, não costuma ser maior do que R$ 10 mil.
Com Felipe Melo, no entanto, a cifra foi fechada em R$ 20 mil por partida em que o volante inicie.
Ainda desembarcaram em modelo semelhante de contrato o zagueiro Antônio Carlos, os meias Michel Bastos, Hyoran e Alejandro Guerra e o atacante Willian.
O time alviverde agiu rápido e, antes mesmo de assegurar o título brasileiro, se antecipou aos concorrentes, garantiu a chegada de destaques da última Série A e fortaleceu ainda mais o elenco que teve como perda mais relevante apenas a saída de Gabriel Jesus para o Manchester City. Não é difícil entender a sua receita: bônus por jogos, crédito a outros clubes e não bater o pé por percentuais.
O primeiro nome confirmado para 2017 foi o atacante Keno, que chamou a atenção pelo Santa Cruz.
Ao negociar com o São José-RS, dono de seus direitos federativos, ainda em outubro, o Palmeiras levou a melhor ao aceitar a compra de 60% do atleta de 27 anos e deixar o resto com gaúchos. Flamengo e Santos não toparam a condição e exigiam uma fatia maior.
Parcelados em seis vezes, os cerca de R$ 3 milhões serão quitados até maio.
Outra revelação do campeonato, o meia Raphael Veiga teve 50% de seus direitos econômicos comprados por R$ 4,5 milhões ao Coritiba.
O Coxa, que não abria mão de manter uma parte, seguiu com 20% e ainda assegurou um crédito para trazer reforços vindos da Academia do Futebol e arcar com os salários. Conforme apurado pela reportagem, o seu valor é de R$ 1,8 milhão. A exemplo de São Paulo e Corinthians, a nova cúpula do Inter tentou, sem sucesso, atravessar antes mesmo de assumir.
A discussão em torno de percentual passa por dois pontos que convergem a favor do Palmeiras atualmente: a perspectiva de atuar numa vitrine interessante e, claro, o lucro financeiro mais adiante.
Com elenco inchado e alvo de assédio, a proposta de crédito foi encaminhada também por Samuel Xavier, do Sport, por exemplo.
Na ocasião, foram colocados na mesa R$ 2,5 milhões em crédito ao rubro-negro pernambucano para custear os vencimentos de até três atletas que desembarcariam na Ilha do Retiro. O acordo com o lateral direito estava fechado. Em passagem pelos estúdios da ESPN Brasil, o técnico Daniel Paulista confirmou. Ele foi frustrado, no entanto, pela negativa de atletas alviverdes.
Outro fator utilizado para atrair jogadores é o pagamento de bônus por jogos como titular.
A prática é comum em todos os contratos no Allianz Parque e serve para manter o grupo motivado. Em geral, não costuma ser maior do que R$ 10 mil.
Com Felipe Melo, no entanto, a cifra foi fechada em R$ 20 mil por partida em que o volante inicie.
Ainda desembarcaram em modelo semelhante de contrato o zagueiro Antônio Carlos, os meias Michel Bastos, Hyoran e Alejandro Guerra e o atacante Willian.
Fonte: ESPN