Novo presidente alviverde, Maurício Galiotte tem relação boa com a dona da Crefisa
Os primeiros dias como presidente do Palmeiras têm sido de muito trabalho para Maurício Galiotte. Porém, o que tem tomado o tempo não é a montagem do time para 2017, e sim as negociações para recuperar a boa relação com a Crefisa, abalada desde que Paulo Nobre decidiu impugnar a candidatura de Leila Pereira ao Conselho Deliberativo do Verdão.
Galiotte espera se reunir com a dona da Crefisa e da FAM (Faculdade das Américas) na próxima semana, assim que Leila voltar de San Francisco, nos Estados Unidos. Nos contatos feitos recentemente, o novo mandatário alviverde tenta mostrar que Paulo Nobre não terá mais papel preponderante no clube.
Leila havia dito aos mais próximos que não renovaria o contrato de patrocínio, que termina em 30 de janeiro, se não tivesse a chance de disputar uma das cadeiras no conselho alviverde. Crefisa e FAM pagam juntas R$ 78 milhões por temporada, maior faturamento com publicidade de um clube do país.
Porém, o Blog apurou que as coisas estão melhores. A ponto de Leila já topar se reunir com Galiotte na primeira semana do próximo ano para discutir sobre a renovação, ainda que ela siga impedida de disputar a eleição.
Além de injetar R$ 78 milhões no Palmeiras, o patrocínio ainda pode ser fundamental na montagem do time de 2017. É que Leila Pereira prometera a contratação de Pratto durante a festa pelo título do Campeonato Brasileiro. Outro nome especulado, que só chegaria com a ajuda de Crefisa e FAM, é o atacante colombiano Borja, do Atlético Nacional.
É com dinheiro das empresas de Leila que o Palmeiras mantém Lucas Barrios no Allianz Parque. O paraguaio custa R$ 1 milhão por mês, entre salários, luvas, comissão e parcelamento da compra dos direitos econômicos. Borja, Pratto ou qualquer reforço grande será contratado somente se Barrios for negociado.
Os primeiros dias como presidente do Palmeiras têm sido de muito trabalho para Maurício Galiotte. Porém, o que tem tomado o tempo não é a montagem do time para 2017, e sim as negociações para recuperar a boa relação com a Crefisa, abalada desde que Paulo Nobre decidiu impugnar a candidatura de Leila Pereira ao Conselho Deliberativo do Verdão.
Galiotte espera se reunir com a dona da Crefisa e da FAM (Faculdade das Américas) na próxima semana, assim que Leila voltar de San Francisco, nos Estados Unidos. Nos contatos feitos recentemente, o novo mandatário alviverde tenta mostrar que Paulo Nobre não terá mais papel preponderante no clube.
Leila havia dito aos mais próximos que não renovaria o contrato de patrocínio, que termina em 30 de janeiro, se não tivesse a chance de disputar uma das cadeiras no conselho alviverde. Crefisa e FAM pagam juntas R$ 78 milhões por temporada, maior faturamento com publicidade de um clube do país.
Porém, o Blog apurou que as coisas estão melhores. A ponto de Leila já topar se reunir com Galiotte na primeira semana do próximo ano para discutir sobre a renovação, ainda que ela siga impedida de disputar a eleição.
Além de injetar R$ 78 milhões no Palmeiras, o patrocínio ainda pode ser fundamental na montagem do time de 2017. É que Leila Pereira prometera a contratação de Pratto durante a festa pelo título do Campeonato Brasileiro. Outro nome especulado, que só chegaria com a ajuda de Crefisa e FAM, é o atacante colombiano Borja, do Atlético Nacional.
É com dinheiro das empresas de Leila que o Palmeiras mantém Lucas Barrios no Allianz Parque. O paraguaio custa R$ 1 milhão por mês, entre salários, luvas, comissão e parcelamento da compra dos direitos econômicos. Borja, Pratto ou qualquer reforço grande será contratado somente se Barrios for negociado.
Fonte: Blog do Jorge Nicola