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Galiotte promete quitar dívida com Nobre em um ano e minimiza distância do time

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Eleito no final do ano passado para suceder o agora ex-aliado político Paulo Nobre (de quem era vice-presidente e pode vir a se tornar concorrente nas próximas eleições), Maurício Galiotte tem como prioridade no comando do Palmeiras zerar a dívida do clube justamente com seu antecessor. Foi o que disse o dirigente em entrevista publicada pelo Lance! nesta sexta-feira.

Presidente de 2013 até o fim de 2016, Nobre emprestou cerca de R$ 200 milhões aos cofres alviverdes. Esses débitos vêm sendo quitados progressivamente e, neste momento, giram em torno de R$ 60 milhões – mensalmente, 10% do valor total da receita bruta é direcionado para esse fim.

– Em mais um ano eu quito a dívida do Palmeiras. Antes do término do meu mandato, o Palmeiras não vai ter mais dívida depois de muitos anos. Vai ser uma notícia muito positiva para o nosso torcedor. A iniciativa de pagar a dívida é exatamente para cumprir aquele nosso objetivo traçado de responsabilidade financeira – disse.

– O Palmeiras não tem mais dívida bancária. Temos uma dívida com o Fundo (os empréstimos de Nobre), que dentro de um ano estará quitada também. O que vai ficar, na verdade, é parcelamento futuro que já existe, do Refis, mas que é coisa de 20 anos, com mensalidade muito pequena. O importante para nós, a dívida bancária e a dívida com os fundos, vamos zerar.

Na mesma entrevista, Galiotte foi questionado sobre a visão de alguns conselheiros de que é um presidente distante do dia a dia do futebol. Recentemente, não pôde comparecer a eventos do clube na Conmebol porque chefiava a delegação da seleção brasileira em amistosos na Austrália. Em sua opinião, no entanto, o presidente não precisa estar sempre por perto.

– Uma das obrigações do presidente é definir objetivo, estratégia, proporcionar condições de trabalho, estrutura, equilíbrio financeiro, ter bons profissionais... Tudo isso já existe no Palmeiras. Então, esse processo já estando em andamento, a dependência do presidente fica muito pequena. O presidente tem obrigação de aumentar a probabilidade, a chance de conquista, contratando, oferecendo recursos, estrutura... Mas o presidente não entra em campo. Acredito que todas essas críticas vieram devido ao resultado do jogo. Mas o importante é que temos total confiança nos nossos profissionais, o trabalho está bem planejado e temos convicção do que fazemos. Se por algum motivo o presidente não puder estar distante, aí eu vejo problema, aí é motivo de preocupação – argumentou.

O dirigente afirmou ainda estar presente todos os dias na Academia de Futebol, embora não costume frequentar o campo, como fazia Nobre – na quinta-feira, um dia antes da publicação da entrevista, ele apareceu ao lado do diretor de futebol, Alexandre Mattos. Diferença que ele não vê como um problema.

– Acredito que o presidente tem que ter uma linha única. Se frequenta vestiário, tem que frequentar sempre, na vitória e na derrota, tem que fazer parte do grupo. Se não frequenta vestiário, não frequenta e ponto final. Caso contrário, não acredito que tenha sucesso entrar no vestiário em momentos específicos para fazer algum tipo de pressão. Não leva a lugar nenhum. Você tem que ter grandes profissionais, estratégia definida, grandes objetivos, e manter o trabalho em alto nível – disse.

– Particularmente, (acho que) vestiário não é lugar para presidente. É minha opinião. Muitas vezes estamos próximos ao vestiário, principalmente em jogos fora de casa, quando não tem lugar para ficar, mas não compartilho a opinião de que presidente tem que estar no vestiário.

Sobre a relação com Nobre, Galiotte mais uma vez foi diplomático, porém admitiu que houve distanciamento entre os dois a partir do momento em que concordou com a candidatura (e posterior eleição) de Leila Pereira ao Conselho Deliberativo. A empresária é dona da Crefisa, patrocinadora do clube, e não tinha bom relacionamento com o presidente anterior. Até por isso, os antigos aliados podem ser concorrentes na próxima eleição.

– Claro, pode ser um candidato, sem dúvida. Mas não sei se nós vamos disputar as eleições, ainda temos tempo pela frente. O Paulo está com um projeto, voltou ao rali. É muito difícil falar algo que vai acontecer daqui um ano e meio – comentou o mandatário, que minimizou também a influência de Mustafá Contursi em sua gestão.
 Fonte: Globoesporte.com
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