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Análise: Palmeiras tem maturidade de mata-mata e Borja multiplicado

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Eduardo Baptista destacou algumas vezes, desde que chegou ao Palmeiras, a importância de a equipe saber sofrer. Não se abalar diante de um placar desfavorável e buscar as melhores alternativas para terminar com a vitória. Foi assim no triunfo de virada por 3 a 1 sobre o Novorizontino, no Estádio Jorge Ismael de Biasi, pela ida das quartas de final do Campeonato Paulista. 
Assim como no clássico contra o Santos, na Vila Belmiro, pela primeira fase, o Palmeiras saiu atrás do placar. E da mesma forma reconheceu os próprios erros, fortaleceu as próprias virtudes e abriu caminho para a vitória. Resultado que permite ao Verdão perder por até um gol de diferença para se classificar à semifinal e que quebrou mais de dois anos de invencibilidade do Novorizontino em seu estádio. 
O Palmeiras só não saiu completamente feliz de Novo Horizonte por conta do cartão amarelo para Felipe Melo e, principalmente, pelo vermelho para Róger Guedes. Os jogadores reclamaram muito da atuação do árbitro Luiz Flávio de Oliveira.
O jogo
Os 10 primeiros minutos do jogo em Novo Horizonte já deixaram claro que a lateral esquerda do Palmeiras seria explorada pelos donos da casa. Melhor jogador da equipe neste domingo, Roberto deu trabalho a Egídio durante 90 minutos. O cartão de visitas veio aos cinco, quando ele cruzou para Everaldo perder gol feito. Aos 11, ele próprio finalizou para abrir o placar.

Até Eduardo Baptista reconheceu, em sua coletiva, a superioridade do ponta direita adversário sobre seu lateral – elogiando Roberto pela "noite feliz". O técnico palmeirense via uma equipe com dificuldade de superar a bem postada marcação adversária. Willian, Dudu e Róger Guedes não encontravam espaços para a transição com defesa e ataque. 

A passagem da bola ao setor ofensivo era tão dificultada, que Yerry Mina aparecia no meio-campo em diversas oportunidades, sem ter para onde distribuir o jogo. Tchê Tchê, posicionado ao lado de Felipe Melo e acostumado a fazer essa função, também pouco aparecia. 

Em um contexto desfavorável para trocar passes e abusar de técnica até chegar ao gol, o Palmeiras foi à base de transpiração. O empate, que saiu antes do intervalo, fator fundamental na busca pela reação no segundo tempo, se deu pelos pés de Dudu, após finalizações em sequência de Egídio e Felipe Melo e um desvio providencial de Edu Dracena. 
A postura alviverde na etapa complementar foi outra. Com mais volume de jogo e mais à vontade após novas orientações de Eduardo Baptista, o Palmeiras passou a ser menos ameaçado pelos contragolpes do Novorizontino. Passou a propor, como lhe é característico. 

E foi aí que a movimentação de Borja se tornou fundamental. Antes de marcar o gol da virada, aos 20 minutos, o atacante levou perigo de três maneiras diferentes: um chute de longe, uma cabeçada na trave e uma invasão à área, parada pelo goleiro. O colombiano multiplicou as opções do setor ofensivo palmeirense em uma mudança tática propriamente dita.
Fonte: Globoesporte
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