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Pressão psicológica e estudo: por que Prass vai tão bem nos pênaltis


Palmeiras x Corinthians Prass (Foto: Marcos Ribolli )

Ver o árbitro marcar um pênalti contra o seu time não é mais motivo de desespero para a torcida do Palmeiras. A razão para isso tem nome e sobrenome: Fernando Prass. Decisivo mais uma vez na vitória por 1 a 0 sobre o Corinthians, domingo, no Pacaembu, ao defender batida de Lucca, o goleiro segue rituais que o ajudam a manter o bom retrospecto nas penalidades máximas. Foi a 10ª penalidade defendida por Prass no Verdão (veja lista abaixo).
Quando o árbitro Flavio Rodrigues de Souza marcou penalidade de Thiago Martins em Giovanni Augusto, Lucca se encaminhou para a batida. Prass prontamente se aproximou para desestabilizar psicologicamente o atacante do Corinthians.
O Lucca eu já tinha visto batendo pênalti de tudo que é jeito. É difícil. Vai muito da percepção, intuição e da sorte."
Fernando Prass
 – Primeiro, falei para ele: “Tem de bater bem, hein?”. Depois, falei que ficaria no meio. Em seguida, que ficaria na esquerda, na direita. Isso faz parte do trabalho – explicou o goleiro.
A técnica já havia rendido bom resultado para Prass no Campeonato Paulista do ano passado. Na decisão por pênaltis também contra o Corinthians, em Itaquera, o goleiro disse para o meia Petros antes da cobrança dele: “Acabou, Petros. Acabou”. De fato, o jogo se encerrou ali, quando Prass saltou para defender e colocar o Palmeiras na final do estadual. 
O suporte do departamento de análise de desempenho também é notável. Antes de todos os jogos, o goleiro recebe dos profissionais estatísticas relativas a possíveis cobradores de pênaltis do time adversário. No ano passado, Prass foi decisivo nas penalidades contra Fluminense e Santos, na semifinal e na final da Copa do Brasil, respectivamente. 
– Eu analiso todos os jogadores. Às vezes, é complicado. O Lucca eu já tinha visto batendo pênalti de tudo que é jeito. É difícil. Vai muito da percepção, intuição e da sorte. E, claro, do trabalho para acertar o canto, ter a força muscular para chegar na bola – completou o goleiro.
O primeiro pênalti defendido pelo Palmeiras foi ainda em 2013, na vitória por 4 a 0 sobre o Icasa, pelo Campeonato Brasileiro da Série B. Neste ano, pegou dois na final de torneio quadrangular amistoso, contra o Nacional do Uruguai (no qual o Verdão acabou derrotado) e um na vitória sobre o Rosario Central, pela Taça Libertadores da América.
Os jogos em que Prass defendeu pênaltis:
30/07/2013 - Palmeiras 4x0 Icasa – Série B
19/04/2015 - Corinthians 2x2 Palmeiras – Campeonato Paulista – decisão por pênaltis
19/04/2015 - Corinthians 2x2 Palmeiras – Campeonato Paulista – decisão por pênaltis
09/08/2015 - Cruzeiro 2x1 Palmeiras – Brasileiro
28/10/2015 - Palmeiras 2x1 Fluminense – Copa do Brasil – decisão por pênaltis
02/12/2015 - Palmeiras 2x1 Santos – Copa do Brasil – decisão por pênaltis
23/01/2016 - Palmeiras 0x0 Nacional (URU) – amistoso – decisão por pênaltis
23/01/2016 - Palmeiras 0x0 Nacional (URU) – amistoso – decisão por pênaltis
02/03/2016 - Palmeiras 2x0 Rosário Central – Libertadores
03/04/2016 - Palmeiras 1x0 Corinthians – Campeonato Paulista.
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